segunda-feira, 19 de maio de 2014

O desenvolvimento do trabalho (continuação)

Quando mudanças ocorrem espontaneamente, como decorrência natural de uma natureza mais sensível, de uma perspectiva mais profunda e de um coração mais piedoso, elas virão de maneira correta. Há então menos tensão, menos possibilidade de descuidos do que quando ocorrem por meios artificiais, prematuramente ou em razão da insistência de outra pessoa.

Texto extraído do livro Relax e Solitude, de Paul Brunton, página 203, editora Pensamento

sexta-feira, 9 de maio de 2014

O desenvolvimento do trabalho

O aspirante receberá do seu interior o conhecimento, diferente do mero ensinamento que vem de fora, na medida em que tiver internamente preparado para recebê-lo. Os frutos da Busca não podem ser separados de sua disciplina. Ele é considerado capaz de compreender a verdade filosófica se nesta ou em alguma existência anterior, tiver em certo grau purificado a mente pela auto disciplina, tiver direcionado essa verdade para o interior e a aquietado pela reflexão. Quando sua mente se tiver acostumado a esse pensamento preciso e abstrato e, em certa medida, tiver desenvolvido a capacidade de repousar absorvida em seu próprio centro de quietude, quando as emoções tiverem se purificado dos traços pessoais e animais, ele estará preparado para o tipo mais elevado de conhecimento. Isso porque então ele será capaz de usar a sua consciência, firmemente concentrada, bastante purificada e eficientemente serena, como instrumento para buscar compreender, de um perspectiva verdadeira, o que é na realidade ego,e para observar em profundidade a natureza da sua própria mente. Então, sua análise de si mesmo estará livre de distorções emocionais, dos impedimentos materialistas da consciência ainda não purificada, não aquietada e não concentrada. A verdade sobre sua própria existência e sobre a existência do mundo poderá ser vista como nunca o foi.
Texto extraído do livro Relax e Solitude, de Paul Brunton, página 203, editora Pensamento

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Que é o caminho longo?

O primeiro  esforço é o descobrir os obstáculos que retardam a iluminação;o segundo é o de superá-los.Isso constitui o Caminho Longo.
Aquele que sente o impulso interior de procurar sempre a Alma -- o Oculto --,que anseia estar conscientemente unido a ela, este precisa passar primeiro pelo longo processo de se afastar dos seus atributos inferiores,de ter a maior parte das suas imperfeições purificadas.
A mente é impedida de conhecer a verdade pelas suas próprias deficiências e limitações,pelas paixões,pelo seu egocentrismo e possessividade.A disciplina filosófica estabelece como objetivo a eliminação desses impedimentos.Tais disciplinas são físicas, mentais e emocionais.*
Sempre que você  entra em contato com o obstáculo que gera a dor, seja ela mental, emocional ou física na sua personalidade, peça a ajuda do plano angelical para a sua transmutação.

*Texto extraído do livro Relax e Solitude de Paul Brunton, Editora Pensamento, página 13
Kati Loeb

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Aceitar a dor

A dor sempre é do ego, não da alma. Você tem a oportunidade de recolher todas as dores que ficaram ao longo da sua vida. Se perceber isso, em nível  de consciência, tente não justificar  sua posição de defesa ou ataque perante essa dor. Peça aos anjos que através da Luz transmutem qualquer estado de ressentimento e falta de aceitação.
Kati Loeb

quarta-feira, 26 de março de 2014

Sair da dor

Examinando o desequilíbrio e a dor resultantes de situações de stress pelas quais passamos, pedimos - em oração aos anjos  - ajuda para sair da postura de análise e  necessidade de entendimento dessas questões que nos provocam sofrimento.  Pedimos que a Luz transmute  essas dores. 
Para o plano espiritual, essas emoções negativas nem precisam ser nomeadas, bastando a consciência desses sentimentos.
Kati Loeb

quinta-feira, 6 de março de 2014

Sair do julgamento

Nas várias situações de stress por que passamos, a tendência é nos deixar envolver e  mergulhar num caos emocional. Na medida em que atraímos as questões pelas quais temos que passar, dentro da nossa escala evolutiva, é mais importante identificar o estado de consciência da nossa personalidade naquele momento, por exemplo: irritação, mágoa, raiva, tristeza - do que a análise racional da situação em si.
Kati Loeb

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Sair da razão e ir para o amor

O que a vida nos pede hoje?
Sair da razão e ir para o amor.
Como isso ocorre?
Em sintonia com o plano espiritual, o homem pede flexibilidade e a aceitação das circunstâncias que a vida lhe traz, saindo, portanto, da imposição do seu desejo. A visão correta da interpretação do que Deus nos pede nos ajudará a sair do julgamento e ir para a compaixão. Para que isso aconteça, é necessário não nos envolvermos com os pensamentos, que são da natureza da nossa personalidade, e pedirmos ao plano angelical que transmute a nossa sombra.
 Kati Loeb

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A Alegria do Ser

Para demonstrar como você se deixou dominar pelo tempo psicológico, experimente usar o critério de se perguntar se existe alegria, naturalidade e leveza no que você está fazendo. Se não existir,é porque o tempo está encobrindo o momento presente e a vida está sendo percebida como um encargo ou uma luta.
A ausência de alegria, naturalidade ou leveza no que estamos fazendo não significa, necessariamente, que precisemos mudar o que estamos fazendo. Talvez baste mudarmos o como. "Como” é sempre mais importante do que “o que“. Verifique se você pode dar mais atenção ao fazer do que ao resultado desejado através do fazer. Dê a sua inteira atenção para o que quer que o momento apresente. Isso implica que você aceitou totalmente o que é, porque não se pode dar atenção completa a alguma coisa e, ao mesmo tempo, resistir a ela.
Ao respeitarmos o momento presente, toda a luta e a infelicidade se dissolvem e a vida começa a fluir com alegria e naturalidade. Ao agirmos com a consciência do momento presente, tudo o que fizermos virá com um sentido de qualidade, cuidado e amor, mesmo a mais simples ação.
 
Extraido do livro O Poder do Agora , de Eckhart Tolle, página 70, Editora Sextante