A emoção subjacente que governa todas as atividades do ego é o medo. O medo de não ser ninguém, o medo da não existência, o medo da morte. Todas as ações, enfim, destinam-se a eliminar esse temor. No entanto o máximo que o ego consegue fazer é encobri-lo temporariamente, seja com um relacionamento íntimo, a aquisição de um novo bem ou tendo um bom desempenho numa coisa ou noutra. A ilusão nunca nos satisfaz. Apenas a verdade de quem nós somos, se compreendida, nos libertará.
Por que o medo? Porque o ego surge pela identificação com a forma e, na verdade, ele sabe que nenhuma forma é permanente, que todas elas são transitórias. Assim, há sempre um sentimento de insegurança ao seu redor, mesmo que externamente ele pareça confiante.
Texto extraído do livro, Um Novo Mundo de Eckhart Tolle, página 75, Editora Sextante
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